Se tem uma coisa que me tira do sério é ouvir garotas dizerem: — “Ele não me ligou, o que eu faço?” Gente, será que ninguém entendeu que a resposta é NADA? Isso mesmo, a resposta é NADA, porque mulher que se preza não fica ligando para homem! Não liga, não manda WhatsApp, não manda recado pelo Face, pelo Instagram, nem nada! Nada, estão me entendendo ou preferem que me expresse por libras? Uma amiga da minha mãe, mulher bonita, muito bem empregada, 32 anos, sem filhos, sem marido para encher o saco e morando na zona sul, esteve um dia desses na casa da gente. Infelizmente, mamãe não estava. Sobrou para quem? Para mim! E eu fiz as honras da casa. Essa pessoa falou o tempo todo sobre um cara que faz com ela o que qualquer um faz quando a gente dá mole, ou seja, não atende às ligações e não responde aos recados do ZAP. Normalmente, elas vão procurá-los e é o que essa bonita me diz que acaba fazendo. Cansada daquelas besteiras, deixei escapar: — “mulher de vergonha não corre atrás de homem”. Ouvindo aquilo, ela travou. — “Como assim, amiguinha?” — perguntou. Ao explicar como os homens interpretam os nossos telefonemas, os Zaps e o Status do Face e do Instagram, me senti como se tivesse revelado a fórmula secreta da Coca-Cola para ela.
Pensei que ela fosse dar na minha cara quando se levantou. Mas não. Era para receber minha mãe que chegava. Enquanto se abraçavam, vazei para o meu quarto. Ah, para com isso! Correr atrás de homem…

13 comentários:
Los afectos no se mendigan, surgen naturalmente, así también el deseo.
Beijinhos doces menina.
Deben ser chicas muy jovenes, que viven su primera relación, y que por supuesto no preguntan a su madre. Un abrazo
Supongo que tiene su numero de teléfono porque se lo dio el en alguna ocasión. Diferente sería si lo consiguió de manera indirecta y sin que él sabría nada.
Saludos.
Um beijo e brigadinho pela visita e palavras, viu?
´Tipo isso, sim. Um abraço e brigadinho pelas palavras, tá bom?
Nem celular tenho se queres saber. Não deixo meu pai gastar dinheiro para ladrão me roubar. Às vezes uso o da minha mãe.
E eu concordo!
👏🫢😘
Então, é disso que tô falando. Um beijo, viu, Dona Gracinha?
Interessante o post.
Boa semana!
O JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!
Jovem Jornalista
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Até mais, Emerson Garcia
Ah, juventude! Como saber o que é certo e o que é errado?
Fácil: se der certo… tá certo. Se não der certo… não deu, tá errado
também gostei, obrigada.
Olá, Rô. Conferi várias de suas postagens e você é uma ótima blogueira, alguém que ajuda a manter acesa a chama da blogosfera, infelizmente já meio apagada.
Resolvi comentar aqui porque esses temas sobre relacionamentos héteros têm me interessado bastante, pois neles estão as respostas para muitos dos problemas pelos quais estamos passando — e a chave para compreender nosso futuro sombrio.
O mundo mudou. Os homens com algum poder de escolha estão assim: desinteressados. Para usar algo chulo: “leitando” e dando ghost. O que ocorre? São milhares de fatores, elementos e aspectos. Milhares? Sim — individuais e coletivos.
Os caras com boa aparência e alguns trocados no bolso simplesmente não querem uma mulher quando podem ter várias, assim como as mulheres também têm acesso a um grande cardápio humano nas redes sociais.
A legislação está pesadíssima, e isso também pesa muito.
Quanto às mulheres resolvidas (como parece ser a citada por você), isso não importa. Dinheiro, bom emprego, viagens e todo o arcabouço de uma mulher servem, no final das contas, em termos pragmáticos, apenas para ela.
Um homem estável não se interessa pelo fato de uma mulher madura ter dinheiro, PhD, ser “vivida” etc. Isso não lhe traz garantias nem benefícios práticos. E homens são pragmáticos e querem, em regra, submissão feminina e justamente pouca experiência.
O tema é complexo. Não dá para esmiuçar aqui. Mas acho que deu para você “sacar” este breve ponto de vista.
O que fazer quanto a isso? Nada.
Os sexos se separaram. Não nascerão mais muitos pimpolhos para manter a previdência, o estado de bem-estar social e nem mesmo a infraestrutura básica.
Cometemos, enfim, suicídio coletivo.
Abraços!
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