T R A D U T O R
23 de jul. de 2026
LEITOR OU PERSEGUIDOR?
18 de jul. de 2026
SOCORRO, MEU CÉREBRO AGORA PENSA EM CÓDIGO!
Dizem que a faculdade de Engenharia muda a gente, mas ninguém avisa que a programação é um caminho sem volta para a "Matrix" da vida real. Antes, eu achava que "fazer um app" era simples como postar um "story". Agora, após passar quatro horas tentando entender por que um ponto e vírgula derrubou todo o meu projeto, desenvolvi um respeito religioso por qualquer coisa que funcione. Se o micro-ondas esquenta a comida sem dar "Runtime Error", eu quase sinto vontade de aplaudir. Aprender a programar é, basicamente, aprender a ser humilde perante uma máquina que só faz o que você manda — e nós, geralmente, mandamos errado.
A lógica de programação grudou na minha rotina de um jeito que não consigo mais tomar café sem pensar na eficiência do processo. O problema é que a vida real não aceita Ctrl+Z. Se eu cometo um erro de lógica em uma conversa com o crush (que, por sinal, eu não tenho), não tem como dar um "reboot" no servidor e fingir que nada aconteceu.
Uma pessoa comum, ao ver um "site" bonito, fica feliz. Já o estudante de computação quer saber qual "framework" usaram, como o banco de dados suporta o tráfego e por que o botão de "Sair" está com um "delay" de 2ms. A gente perde a paz, mas ganha um superpoder: entender os bastidores do mundo moderno.
Resumo do semestre até agora: meu café está frio, meu código está com 42 avisos de erro e eu nunca estive tão animada. Afinal, se a vida é um grande código mal escrito, estou aqui justamente para aprender a "buildar" algo melhor ou, pelo menos, entender por que o "bug" aconteceu.
13 de jul. de 2026
O BRILHO QUE VEJO NOS OLHOS DA RÔ.
Parabéns, pequeno gênio! E um beijo do "tio",
11 de jul. de 2026
VOZINHA
Todo mundo sabe que eu não sou fissurada em jogo de bola. Futebol para mim sempre foi aquele barulho na sala, minha família gritando na TV e eu olhando de canto de olho. Mas esse tal de Vozinha? Menina, esse cara me levou às lágrimas.
6 de jul. de 2026
SÓ BISCOITO, O SONHO ACABOU!
Olha, meu pai só pode achar que é artista de teatro dramático, não é possível. Educado todo mundo sabe que ele é, mas precisava chorar de verdade só porque os amigos dele — que passaram a tarde assistindo a um bando de marmanjo simulando um barco imaginário — ganharam da gente? Da gente não, né? Deles, que sofrem e morrem de amores por futebol.
Gente, papo sério: quando eu soube que o Ronaldo português ganha 4 milhões de reais por dia, minha cabeça explodiu. Será que a diretoria do Al-Nassr, na hora de fazer o pix ou assinar esse contrato milionário, tem a menor noção do que é o nosso perrengue? Acordar cedo, mofando em condução apertada, comendo de marmita e trabalhando feito louco para chegar morto em casa e receber um salário miserável de 1.700 reais por mês? Acho que não, né, mané!
E o meu pai lá, enxugando as lágrimas dos vizinhos que vieram aqui só para sujar a sala de pipoca. Até molho de cachorro-quente a minha mãe encontrou pelos cantos e nas poltronas! Olha, bem-feito para a senhora também, dona mãe. Não falo isso para brigar, mas fico indignada: a senhora não tem empregada, a diarista só vem uma vez por semana — e ainda falta muito para ela voltar —, e a senhora fica aí, com essa cara de boba sorrindo para o prejuízo!Sinceramente, não sei a quem eu puxei nessa família. Não vejo graça nenhuma em ver minha mãe rindo do caos, meu pai chorando por causa de jogo e um português ganhando o dinheiro que ganha.
Para fechar, espero que o pessoal que estava chorando pelo Hexa entenda que o Hexa já veio! Sim, porque pelo que eu li na imprensa, faz exatamente seis Copas do Mundo que o Brasil não ganha de nenhum time grande.
É o Hexa do jejum, minha gente! Podem vibrar, o Hexa finalmente chegou!

