Aos 15 anos, eu já havia pisado nas areias de Hyams Beach, em Jervis Bay, na Austrália — as mais brancas do mundo. Já experimentado a adrenalina de voar no X-59 da NASA, o lendário jato supersônico que me deixou tonta, enjoada e firmemente afivelada ao cockpit. Mergulhei nas águas cristalinas de Fernando de Noronha, explorando a vida marinha da Baía do Sancho e da Praia da Conceição, e guardo na memória o azul profundo da Ilha de Âncora, em Búzios, e o charme da Praia Vermelha, no Rio. Eu amo cada uma dessas lembranças! Claro, qualquer um diria que, para voar pela NASA ou mergulhar nesses paraísos, é preciso ser muito influente ou ter uma conta bancária astronômica. Acontece que eu não tenho nem uma coisa, nem outra. Se você quer saber como consegui tais façanhas, eu revelo o segredo: lendo. Desde os cinco anos, eu vou para onde quero sem pedir licença a ninguém. Já conversei com príncipes e fadas, testemunhei guerras históricas e presenciei milagres de Cristo — aliás, até com Ele já bati um papo. O mais impressionante? Fiz tudo isso sem sair do meu quarto, da biblioteca ou do cantinho no último banco do ônibus. O livro tem um poder que a maioria não imagina. Ele te transporta dos lugares mais sublimes aos mais esquisitos; transforma você em rainha ou em morador de rua, tudo sem que você precise dar um único passo. É lindo, não é? Por isso, exalto os autores! Imagine uma garota pobre, que não gosta muito de sair, sem essa 'janela' aberta para o mundo? Uma janela que dá para os jardins mais exuberantes, para as estrelas mais brilhantes e para os sonhos que todas nós sonhamos.
23 comentários:
Pois é Rô,
Isso é construir pontes
e ir além de nossos limites
Bjins de ótima nova semana.
CatiahôAlc.
Realmente só o livro tem essa capacidade. E tudo isso sem gastar um tostão.
Boa semana!
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Até mais, Emerson Garcia
Também penso assim, Rô. Acho que, através dos livros, é capaz até de você saltar de paraquedas, não é? ;) Meu abraço, boa semana.
A senhora sempre fala essas coisas pra mim, Dona Catiaho. Te amo, viu!!!!
Desse jeito, senhor jornalista.
Assim também não, seu Flávio porque saltar eu saltei de verdade!!!!
El poder de la imaginación, si pasas por mi blog también puedes experimentar nuevas sensaciones ;)
Beijos doces e doce semana, Rô.
Olá, bom dia.
Não há duvida que os livros têm essa maravilhosa capacidade de permitir que sejamos outro, alguém que pode viver uma vida, uma experiência, um momento que na realidade escapa-nos.
E, já agora, continuo a pensar que um livro em papel ainda detem algo especial.
Contar historias no solo alimenta el espíritu la mente se nutre tan bien.
Seguiremos viajando a las profundidades marinas y volaremos a Ras de las nubes con esa alfombra mágica que nos transportará a otras galaxias. Un besote preciosa.
Tal como nos comentas la lectura de libros nos hacen visitar lugares que quizás no conoceremos nunca e ir de la mano de grandes personajes de la historia.
Saludos.
Flávio, ela pulou mesmo, viu? Agora a nossa "pererequinha" deu pra ser radical e saltar de paraquedas. É a única que nasceu no rio, mas em vez de nadar, quer voar! Se ela ficasse lá nas nuvens em vez de voltar pro brejo, nossos ouvidos estariam em paz, porque quando o assunto acaba, ela só fala besteira.
Flavinho, um abraço pro amigo; pro pai da voadora, um beijo; e pra ela, um coaxar já tá de bom tamanho! (risos)
Escrever (ou ler) um livro é chegar mais algo. É chegar ao limite do sonho
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Saudações poéticas
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“” Alma que Chora ““
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O poder da escrita 👏👏👏😘
Texto adorável. Eu também já viajei muito dessa forma.
Pois é. Eu vou, mas ao abrir a porta... o que vejo me deixa sem jeito. Não é uma crítica, eu sei. Mas...
(prometo que vou, de novo)
O livro nâo é só capa, contracapa e letras: livro é um velho que te põe sentado na perna, é cheiro de aventura, é vento bagunçando o cabelo, é árvores andando, rio subindo leito acima... tipo isso, entende?
Acabei de ler uma história. Isso mesmo, vc me contou uma, pelo menos começou...
É assim que eu sou, um livro de capa dura, esperando a história que a vida possa contar.
É assim que vejo os livros e suas histórias, Tomas!
Como você é chato, senhor!!!!!! Sempre tem um "ai" pra reclamar!!!!!
Se o poeta que admiro falou, acredito. Obrigada, viu. Adoro quando vem por aqui!
...e da leitura, dona Gracinha. Um beijinho, tá bom?
Acho que já te vi no vagão da frente...
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