Gente, mil desculpas pelo meu surto no laboratório naquele dia! Eu sei que parecia uma maluca gritando na frente de vocês, mas é que ainda estou processando o fato de que finalmente fizemos aquele código rodar. Sério, depois de cinco horas direto, pilhas de café e aquele erro de sintaxe que parecia uma malevolência do destino, ver o terminal cuspindo o resultado certo foi... não sei nem explicar, foi quase espiritual. Acho que minha alma de engenheira em formação finalmente deu as caras.
Peço perdão se assustei vocês com o abraço coletivo ou se falei rápido demais sobre como a lógica daquela função soava como poesia.
Às vezes, esqueço que nem todo mundo se emociona com uma recursividade bem feita, mas trabalhar com vocês transformou o desespero em vitória.
Prometo que, na próxima, tentarei manter a compostura (ou não!).
Obrigada pela paciência com a minha intensidade de caloura deslumbrada.
Vamos que vamos, porque o próximo bug já deve estar nos esperando!

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