Entrei na faculdade achando que finalmente entenderia o mundo, mas acabo esbarrando na lógica cruel da guerra. Quando EUA e Irã se enfrentam, o mercado não chora; ele acelera. Defesa, petróleo, mineração... tudo sobe. É o lucro operando como o motor do caos. Só que o custo real é humano: é o sangue de quem confiou em promessas de paz e recebeu munição.
É surreal pensar que existe bônus corporativo sobre a venda de armamentos. Esses arquitetos do conflito, que se escondem atrás de telas e cifras, esquecem que nem todo o dinheiro do mundo compra imunidade contra a própria finitude. Seria tão mais simples se o diálogo substituísse o front, se um jantar e o respeito bastassem... Mas o mercado ignora o valor da vida, pois ela não gera gráficos de barras.
Será que esses loucos não percebem que reconstruir o que a guerra destrói custa muito mais caro do que o lucro pelo qual eles comemoram hoje? No fim, a conta da destruição sempre será maior que qualquer dividendo.
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